drone floresta pixabay

Imagine demarcar uma área no meio da floresta amazônica, transportando equipamentos por quilômetros de mata fechada e rios largos, ou monitorar o comportamento de um animal que se desloca por grandes distâncias em meio à vegetação densa. É uma tarefa no mínimo desafiadora, mas que muitas vezes pode se tornar perigosa e até mesmo impossível em algumas regiões.

A tecnologia, especialmente a robótica, tem sido uma aliada importante para tornar o processo mais fácil. Lugares onde os pesquisadores não conseguem chegar por dificuldades logísticas são monitorados por robôs, drones e dirigíveis, que coletam dados e os enviam aos centros de pesquisa. “A robótica se propõe a auxiliar o ser humano em tarefas que sejam inacessíveis, perigosas, muito repetitivas ou uma combinação dessas características. Certamente muitas tarefas assim vêm à mente quando se pensa em uma floresta. É lá que queremos colocar nossos robôs”, afirma o professor José Reginaldo Hughes Carvalho, do Instituto de Computação da Universidade Federal do Amazonas (UFAM).

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Imagem: Pixabay