Este é um guia de sexo. Um guia não ilustrado, infelizmente. Mas é definitivamente um guia de sexo. E não se trata daqueles guias tradicionais que, de tão emocionantes, nos fazem desejar do fundo de nosso estoque de gametas que pertencêssemos a uma espécie com reprodução assexuada. Não. Deixaremos o jargão detalhista para dissertações e aulas de educação sexual das redes de ensino. Mas antes de começar, admito que este guia talvez seja mais adequado para aranhas do que para humanos. Destaco também que é muito difícil traçar paralelos entre o comportamento de humanos e de outros animais, pois somos profundamente moldados pela cultura. Mas convenhamos que, se ao buscar a cura para suas angústias, você chegou justamente aqui, nesta dissertação, não fará mal continuar a leitura. 

investigate sobrevivendo ciencia

O conhecimento tem crescido exponencialmente. Tem sido difícil para a mídia, para a escola e para todos nós identificar, selecionar e sintetizar as informações relevantes. E separar o joio do trigo é fundamental para que possamos tomar decisões e nos posicionar perante os mais diversos assuntos. Como distinguir fato de fake? Como decidir desconfiar ou confiar nas informações que chegam a nós? Saiba mais no texto escrito pela professora Daniela Scarpa para o blog Sobrevivendo na ciência. 

peixe wikimedia"Pesquisa feita na USP estuda comportamento de peixes para avaliar risco ambiental e detecção de poluente aquáticos. A nova abordagem é considerada inovadora e contesta, inclusive, concentrações consideradas seguras de poluentes das Agências Ambientais, que têm a função de controlar e monitorar regularmente os níveis de poluentes no corpo hídrico.

O descarte indiscriminado de substâncias tóxicas em rios, lagos e mares é uma fonte de estresse para os organismos aquáticos. Nestas condições, os peixes naturalmente migram para áreas menos afetadas pelos poluentes. Segundo o pesquisador e biólogo Daniel Clemente, que defendeu tese sobre o assunto no Instituto de Biociências da USP, este fenômeno afeta o equilíbrio ecossistêmico e pode gerar uma redução da população de peixes, causando uma possível extinção local de alguns organismos, explica".

Leia aqui a reportagem completa publicada no Jornal da USP. 

Imagem: Wikimedia Commons (reprodução Jornal da USP)

trigona spinipes

Em quase toda a América do Sul é possível encontrar uma espécie de abelha sem ferrão nativa do Brasil, de cor negra reluzente e bastante agressiva, conhecida popularmente como irapuá ou arapuá (Trigona spinipes).

Um estudo realizado no Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo (IB-USP), em colaboração com a University of Texas em Austin, nos Estados Unidos, constatou que a onipresença da irapuá na região sul-americana pode estar relacionada à capacidade de as abelhas reprodutoras dessa espécie se dispersarem por longas distâncias e colonizar habitats degradados.

Leia a reportagem completa da Agência Fapesp aqui

Imagem: Trigona spinipes em um galho / foto: Thorben Schoepe (reprodução: Agência Fapesp)