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Quase mil e quinhentos degraus formam o caminho para descobertas recentes sobre o impacto da floresta amazônica sobre o clima global e como mudanças climáticas têm afetado a floresta. Os degraus fazem parte da escadaria da Torre Alta da Amazônia (ATTO, na sigla em inglês). A torre, que tem 325 metros de altura, fica a 150 km de Manaus, na estação científica do Uatumã, e foi construída em parceria entre o Ministério de Ciência e Tecnologia do Brasil e instituições alemãs. Lá no alto, ficam vários equipamentos que coletam dados de concentrações de dióxido de carbono, fluxo de ozônio e aerossóis, radiação e outros indicados essenciais para pesquisas sobre trocas entre a floresta e atmosfera. Veja a reportagem completa aqui.

Imagem: Agência FAPESP